segunda-feira, 2 de junho de 2014

Hans Staden

Hans Staden, um alemão que fora aprisionado pelos tupinambás no litoral fluminense, em 1554, depois de ter voltado para casa, escreveu, provavelmente, um dos primeiros best-seller sobre o Novo Mundo. Sua narrativa, tantas vezes editada entre nós, não só teve agora uma bem ilustrada nova impressão, como serviu de roteiro para um filme que ora ganha cartaz no Brasil inteiro.
Foi capturado no Brasil no século XVI por um aborígine chamado nhaepepô-açu, e pior ainda, foi dado em seguida de presente a um outro de nome Ipirú-guaçu.
Não satisfeitos de ameaçar e devorá-lo a qualquer instante, os seus captores depois de terem-o levado para a aldeia deles em Ubatuba, arrastavam-o para que presenciasse as cêrimonias antropofágicas, que costumavas realizar.
Certa vez, carregaram ele até até a aldeia de Tiquaripe, perto de Angra dos reis, para ver um dos seus inimigos ter a cabeça esmagada pelo ibirapema (o tacapé de execussão).

um livro incrível

Staden, que miraculosamente retornou ao Hesse, registrou seus tormentos de prisioneiro dos nativos num livro maravilhoso.
Interessa porém observar, no que toca ao livro de Staden, as precauções que ele tomou na Alemanha para que acreditasemnele. A Eauropa no século XVI o grande século das navegaçaões estava cansada de ler ou ouvir relatos eivados em mentiras e absurdos diversos.


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